Câncer de próstata

O câncer de próstata costuma crescer devagar e, no início, quase sempre não dá sintomas. Por isso o acompanhamento com o urologista, com exame clínico e o PSA no momento indicado para cada pessoa, é o caminho para o diagnóstico precoce. Quando há suspeita, a ressonância e a biópsia confirmam e definem a agressividade.
O tratamento depende do risco: em alguns casos o acompanhamento ativo é suficiente; em outros, indica-se a cirurgia (prostatectomia radical) ou a radioterapia. A decisão é compartilhada com o paciente, com explicação clara de cada opção e dos possíveis efeitos.
O Dr. Marco Corsetti realiza prostatectomia robótica, técnica na qual ele controla instrumentos articulados com visão tridimensional ampliada, por pequenas incisões. Atua com cirurgia robótica desde 2015 e fez fellowship na Orsi Academy, na Bélgica.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. Dr. Marco Antônio Corsetti, urologista — CRM 52.94351-7 · RQE 31969.
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(21) 96785-6074Perguntas frequentes
Quando começar o acompanhamento da próstata?
A idade e a periodicidade variam conforme histórico familiar e fatores individuais. O urologista define o momento adequado.
PSA alterado significa câncer?
Não necessariamente. O PSA pode subir por outras causas, como aumento benigno da próstata ou inflamação. Por isso é avaliado junto com exame clínico e, se preciso, ressonância.
A cirurgia robótica é a única opção?
Não. Há alternativas conforme o risco da doença. A indicação é individual e discutida na consulta.
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